A equipe jurídica de Taylor Swift apresentou uma resposta oficial ao processo movido pela performer de Las Vegas, Maren Wade. Wade alega que o título do álbum “The Life of a Showgirl” é excessivamente similar à sua marca registrada, “Confessions of a Showgirl”, registrada desde 2015. Os advogados de Swift, em documentos obtidos pelo E! News, rebatem as acusações, classificando a ação como “sem mérito” e uma clara tentativa de usar o nome da cantora para promover a própria marca.
A disputa teve início quando Maren Flagg, nome verdadeiro de Wade, entrou com a ação judicial. Ela argumenta que o título do 12º álbum de Taylor Swift, lançado em outubro de 2025, causaria confusão com sua marca “Confessions of a Showgirl”. Wade busca impedir judicialmente o uso do título “The Life of a Showgirl” durante o andamento do processo.
Conforme a defesa de Taylor Swift, Maren Wade teria tentado se beneficiar da associação com o álbum da cantora nas redes sociais antes mesmo de formalizar a denúncia. Segundo o documento apresentado à Justiça, a performer teria utilizado materiais relacionados ao disco para divulgar seu próprio trabalho, alegando posteriormente a confusão de marca.
Tentativa de autopromoção é o foco, diz defesa de Swift
A equipe de Taylor Swift declarou que a ação de Wade é “a mais recente tentativa da autora de usar o nome e a propriedade intelectual de Taylor Swift para impulsionar sua marca”. Os advogados reforçaram que o pedido de liminar feito por Wade “falha em todos os aspectos” e consideraram a comparação entre o álbum e o show de cabaré da performer como “absurda”.
Diferenças gritantes entre os trabalhos, argumenta defesa
A defesa da cantora enfatizou que “The Life of a Showgirl” é um álbum musical, enquanto “Confessions of a Showgirl” se refere a um espetáculo teatral de cabaré. “Taylor Swift realiza shows em estádios lotados para milhares de pessoas, não em resorts de golfe ou casas de cabaré”, detalhou o documento, ressaltando a **escala e o público distintos**.
Liberdade de expressão artística e pedido de rejeição da liminar
Os advogados de Taylor Swift também argumentaram que o título do álbum está protegido pela **Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos**, que garante a liberdade de expressão artística. Ao final da petição, a equipe jurídica solicitou que o tribunal **rejeite o pedido de liminar** apresentado por Maren Wade.
Representantes de Wade prometem nova resposta
Em comunicado ao E! News, os representantes de Maren Wade afirmaram que pretendem apresentar uma nova resposta nos próximos dias e rebateram os argumentos da defesa de Taylor. Eles mencionaram que a agência federal de marcas recusou o registro solicitado pela equipe da cantora, e que, em vez de lidar com essa decisão, a defesa prefere focar em outros pontos.
Na ação original, Wade alegou que sua marca “Confessions of a Showgirl” já possuía status incontestável antes do lançamento do álbum de Taylor. Segundo ela, a identidade visual e comercial da marca vinha sendo utilizada há anos em produtos e materiais voltados ao mesmo público consumidor.