Britney Spears aumenta patrimônio com venda de catálogo musical, avaliado em US$ 150 milhões
A Forbes atualizou o patrimônio de Britney Spears, e os novos números refletem a recente e lucrativa venda de seu catálogo musical. A cantora, conhecida como a “Princesa do Pop”, agora ostenta uma fortuna estimada em US$ 150 milhões, o que equivale a aproximadamente R$ 780 milhões, com base na cotação atual do dólar.
Este valor considera não apenas o acordo bilionário com a empresa Primary Wave, que adquiriu os direitos autorais de suas músicas, mas também todos os outros ganhos acumulados ao longo de sua aclamada carreira na indústria musical.
Apesar de expressiva, a fortuna de Britney Spears a coloca em uma posição financeira inferior a outras grandes artistas do pop, como Katy Perry, que detém US$ 360 milhões, e Dolly Parton, com impressionantes US$ 450 milhões. Outras superestrelas bilionárias, como Taylor Swift, Beyoncé e Rihanna, também superam a cantora em patrimônio.
Britney Spears vende direitos autorais de seu vasto catálogo musical
A notícia da venda dos direitos autorais do catálogo musical de Britney Spears foi divulgada primeiramente pelo veículo americano TMZ. A transação, fechada com a empresa musical Primary Wave, envolveu um pagamento substancial de US$ 200 milhões, ultrapassando a marca de 1 bilhão de reais.
O acordo abrange uma lista extensa de sucessos que marcaram gerações, incluindo hits como “(You Drive Me) Crazy”, “…Baby One More Time”, “Break The Ice”, “Circus”, “Don’t Let Me Be the Last to Know”, “Everytime”, “Gimme More”, “Hold It Against Me”, “I Wanna Go”, “If U Seek Amy”, “I’m a Slave 4 U”, entre muitos outros clássicos da popstar.
Com essa negociação, Britney Spears se junta a um seleto grupo de artistas renomados que já realizaram vendas semelhantes de seus catálogos, como Justin Bieber, Katy Perry, Red Hot Chili Peppers, Queen, Tame Impala e Genesis, demonstrando ser uma tendência crescente entre os grandes nomes da música.
O que significa vender o catálogo musical e quais as vantagens?
A venda do catálogo musical, apesar de parecer uma decisão drástica, tem se tornado uma estratégia cada vez mais comum entre os magnatas da indústria musical. A principal vantagem, sem dúvida, é a implicação financeira imediata.
Geralmente, essas transações são fechadas por valores milionários, permitindo que os artistas antecipem lucros que poderiam levar décadas para serem acumulados. Para os compradores, as vantagens também são significativas, pois ganham o direito de explorar as canções em diversas plataformas publicitárias e de entretenimento, aumentando seu próprio faturamento.
É importante ressaltar que a venda do catálogo musical não significa necessariamente o fim da carreira de um artista. Em muitos contratos, ainda é permitido que o músico continue a performar suas canções em shows, festivais e premiações, como ocorreu com Justin Bieber, que, mesmo após vender sua discografia, lançou álbuns inéditos e participou de grandes eventos musicais.