Lynyrd Skynyrd empolga no Monsters of Rock 2026 com clássicos atemporais e tributos emocionantes

Lynyrd Skynyrd entrega show inesquecível no Monsters of Rock 2026, celebrando 50 anos de legado com clássicos e emoção

Formado em 1964, o Lynyrd Skynyrd consolidou-se como um pilar do southern rock, mas sua trajetória foi marcada por perdas significativas, incluindo o acidente aéreo de 1977 que vitimou integrantes como o vocalista Ronnie Van Zant. Mesmo com a ausência de membros fundadores, a banda, que retomou as atividades em 1987, provou sua força e relevância no Monsters of Rock 2026.

A apresentação no Allianz Parque, em São Paulo, neste sábado (4), foi um testemunho do carisma e da energia contagiante do grupo. O público demonstrou sua devoção cantando em coro sucessos que atravessam gerações, reafirmando o status do Lynyrd Skynyrd como uma banda de importância histórica. Conforme introduzido pelo radialista Eddie Trunk, a banda é composta pelas “melhores pessoas” e traz as “melhores músicas”.

O setlist foi cuidadosamente elaborado para agradar os fãs, com foco em hits dos aclamados álbuns “(Pronounced ‘Lĕh-‘nérd ‘Skin-‘nérd)” (1973) e “Second Helping” (1974). A energia de Johnny Van Zant, irmão de Ronnie e vocalista desde 1987, tomou conta do palco, com saudações calorosas ao Brasil e declarações de apreço à plateia. “Skynyrd is in the house”, “God bless Brasil”, exclamou ele, expressando a alegria de estar presente com “Guns N’ Roses e outros artistas”, e agradecendo ao público por “manterem a música viva”. A informação é do portal de notícias do show.

Um show de homenagens e conexão com o público

A noite foi recheada de momentos tocantes. “Tuesday’s Gone” foi dedicada a Gary Rossington, último membro original falecido em 2023, com as lanternas do público acesas em um tributo emocionante. “I Need You” foi oferecida às mulheres, enquanto “Simple Man” ressoou com a bandeira do Brasil projetada no telão, uma canção descrita como universalmente identificável. E, claro, “Sweet Home Alabama” colocou todos para cantar em uníssono.

“Free Bird”: O ápice da emoção e do legado

O clímax da apresentação ficou reservado para “Free Bird”. A canção iniciou com um pássaro dourado sobre o piano, evoluindo para a entrada de Johnny Van Zant com as bandeiras dos Estados Unidos e do Brasil. Os telões exibiram velas com os nomes dos membros falecidos, culminando na projeção de um vídeo de Ronnie Van Zant cantando a música, um momento que comoveu profundamente os presentes.

50 anos de história celebrados com grandiosidade

Ao final da performance, uma mensagem nos telões agradeceu “por 50 anos”, enquanto “Happy Trails”, de Roy Rogers, ecoava. A banda, parte do Rock and Roll Hall of Fame, demonstrou uma forma grandiosa de celebrar seu legado duradouro, conquistando o público com sua musicalidade e carisma, como noticiado pela imprensa especializada.

Setlist da noite:

Workin’ for MCA, What’s Your Name, That Smell, I Need You, Gimme Back My Bullets, Saturday Night Special, Down South Jukin’, Still Unbroken, The Needle and the Spoon, Tuesday’s Gone, Simple Man, Gimme Three Steps, Call Me the Breeze, Sweet Home Alabama, Free Bird.

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Sidney Pereira

Jornalista e músico de São Paulo, apaixonado por desvendar cifras e compartilhar seu conhecimento. Graduado em Jornalismo pela UNIFESP, combina sua habilidade na escrita com sua paixão por violão e piano, proporcionando conteúdo acessível e inspirador para músicos de todos os níveis em seu blog dedicado às artes musicais.
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